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Pontos Turísticos
Porto de Cima
Fica situado ao pé da Serra do Mar, obtendo o seu maior destaque em decorrência dos engenhos de erva-mate. Hoje em dia, possui praia fluvial, área para acampamento e pousada.
Igreja de São Sebastião do Porto de Cima
Construída na primeira metade do século XIX, a igreja foi inaugurada em 1850 e em 1963 foi tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná.
Localiza-se no povoado de Porto de Cima.
Igreja Matriz de Nossa Senhora do Porto
Com a licença do Papa para a construção em 1849, a Igreja Matriz possui em seu interior a imagem de Nossa Senhora do Porto (padroeira da vila) esculpida em madeira, além de uma Via-Sacra a óleo feita pelo pintor local Theodoro de Bona.
Em frente a igreja está instalado um sino vindo de Portugal, com o brasão do Império, fundido no ano de 1854, além de uma cruz que data da passagem do século e um relógio em sua torre que funciona desde a fundação da igreja.
Localiza-se no Largo da Matriz.
Igreja de São Benedito
Os dados históricos referentes a esta igreja apresentam controvérsias. Consta como construída por escravos em 1765 ou que a data de sua fundação foi em 1863, com sua torre edificada somente 53 anos mais tarde, em 1916, por iniciativa do provedor e tesoureiro Capitão Roberto França; ou ainda que foi inaugurada em 01 de janeiro de 1884 e benta em 7 de setembro do mesmo ano. Possui um acervo artístico e histórico que ainda permanece bem conservado. É tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná.
Localiza-se na confluência das Ruas Conselheiro Sinimbu e Fernando Amaro.
Marco Zero
No dia 31/12 de 1733, o ouvidor Rafael Pires Pardinho determinou aos oficiais da Câmara Municipal da Vila de Paranaguá que demarcassem 300 braças para delimitação do município, e assim se fixou o Marco Zero.
Localiza-se às margens do Rio Nhundiaquara, na Rua General Carneiro.
Estação Ferroviária.
Construída em 1885, em estilo arquitetônico muito bem conservado, possui sanitários, lanchonetes e barracas com produtos artesanais e uma bela vista das montanhas da Serra do Mar.
Localiza-se na Praça Rocha Pombo.
Área Especial de Interesse Turístico do Marumbi
Criada com o objetivo de disciplinar, proteger e preservar os recursos naturais, a área compreende grande parte da Serra do Mar. Foi tombada desde 1986 pela Curadoria do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado. Abriga um elenco de atrações de motivação turística - ecológica, tais como: Estrada da Graciosa; Estrada de Ferro Paranaguá - Curitiba; Mananciais da Serra; Caminhos da Graciosa, do Arraial, do Itupava e da Cachoeira; e parte da represa do Capivari. Algumas atrações podem ser alcançadas pelo Município de Morretes, como o conjunto Marumbi, os Saltos Redondo e dos Macacos que formam uma seqüência de quatro piscinas naturais além da cachoeira Véu da Noiva, queda de beleza indescritível formada pelo Rio Ipiranga localizada em local de difícil acesso.
Estrada da Graciosa
Tendo origem em uma trilha utilizada pelos índios do litoral, a Estrada da Graciosa é hoje um local de lazer, com churrasqueiras, sanitários, quiosques para venda de produtos típicos, mirantes, a ponte de ferro sobre o Rio Mãe Catira em local aprazível para banhos e o antigo traçado da estrada chamado Caminho dos Jesuítas, em cuja alusão foi construído em 1997 o Portal da Graciosa, projeto do arquiteto Angel Bernal, executado em pedra e madeira.
Caminhos Coloniais
Os caminhos coloniais eram a única ligação entre o litoral e o planalto paranaense, em meados do século XVII. Por eles subiram os predadores de índios, os faiscadores de ouro e os homens que povoaram os Campos de Curitiba e os Campos Gerais. Tais caminhos, surgidos espontaneamente de acordo com a necessidade no início da colonização, hoje são percorridos pelo homem moderno na volta ao naturalismo e o turismo ecológico, que pode ser desenvolvido entre outros, nos caminhos da Graciosa e do Itupava.
Caminho da Graciosa
teve sua construção em duas etapas: a da Serra do Mar, entre 1646 e 1653, e até o Atuba, entre 1848 e 1870. A estrada era de uso dos índios que desciam a serra para mariscar no litoral e depois subiam na época do pinhão. Em 1653 o caminho foi abandonado, utilizando-se o do Itupava e a abertura definitiva só foi possível após a Emancipação da Província, em 1872. Neste meio tempo a estrada foi diversas vezes aberta e abandonada.
Caminho da Graciosa
Teve sua construção em duas etapas: a da Serra do Mar, entre 1646 e 1653 e até o Atuba, entre 1848 e 1870. A estrada era de uso dos índios que desciam a serra para mariscar no litoral e depois subiam na época do pinhão. Em 1653 o caminho foi abandonado, utilizando-se o do Itupava e a abertura definitiva só foi possível após a Emancipação da Província, em 1872. Neste meio tempo a estrada foi diversas vezes aberta e abandonada.
Caminho do Itupava
Consta que da trilha original, aberta por caçadores que perseguiam uma anta desde o alto da serra até Porto de Cima, nasceu este caminho, por volta de 1625. Por ela foi feita uma picada facilitando o acesso de mineiros e caçadores de índios. Uma segunda etapa até a Borda do Campo foi aberta em 1649 e 1654. Neste ano, era fundada a povoação de Nossa Senhora da Luz quando então se terminou o trajeto. Também conhecido como Caminho Real, Caminho da Serra, Caminho de Morretes, de Curitiba etc. Foi uma das mais importantes e antigas estradas do Paraná.
Pico Marumbi
Também conhecido como Olimpo, se destaca em altura, na cadeia de montanhas denominada Conjunto Marumbi. Possui 1547 metros de altura sendo o ponto preferido para a prática do montanhismo, por proporcionar escaladas em todas as modalidades e graus de dificuldades. No caminho entre a estação e o Pico Marumbi, situa-se a Cascata dos Marumbistas, uma queda d'água quase vertical, com uma altura de aproximadamente 50 metros.
Localiza-se dentro do Parque Estadual Pico do Marumbi.
Recanto Cascatinha Marumbi
Local privilegiado pela natureza, a apenas 6 km do centro da cidade, circundado por um lindo bosque às margens do rio Marumbi. Depois de uma pequena corredeira, o rio se espraia formando um aprazível lago, com profundidade entre 1 e 4 m, sendo um ótimo local para banhos e mergulhos. Um imponente paredão de pedras acompanha o rio por longo percurso à direita. Possui infra-estrutura básica de camping, churrasqueiras, lanchonete, campo de futebol, quadra de vôlei, sanitários e vestiários.
Acesso pela Rua Marcos Malucelli. Telefone (41) 9978-3794 / 9959-9396.
Estrada das Prainhas
É na verdade um trecho do antigo Caminho Colonial do Itupava, que liga Porto de Cima à Estação de Engenheiro Lange. Corre paralela ao Rio Ipiranga, que deságua no Nhundiaquara. Este trecho do rio é o mais procurado por quem deseja descer o rio de
bóia.
Salto dos Macacos/Salto Redondo
Possui um precipício de 70 metros de altura sobre uma laje de granitos, formando assim uma belíssima piscina natural. Em seguida como um degrau, forma outro salto, o Redondo, com aproximadamente 30 m de queda livre e 20 m de largura, proporcionando um espetáculo maravilhoso, que pode ser avistado ao longe, durante a viagem de trem ou litorina. Porém, para admirar de perto a beleza cênica do conjunto, dois são os caminhos de acesso: por ferrovia, desembarcando em Engenheiro Lange, numa caminhada de 2 a 3 horas, por uma rodovia, num trajeto de 4 km de carro, entre Porto de Cima e Engenheiro Lange e a partir deste ponto, mais 2 horas de caminhada.
Rio Nhundiaquara
Em língua indígena nhundi (peixe) e quara (buraco), o Rio serviu como primeira via natural de penetração, ligando o litoral ao planalto é uma das mais belas e típicas paisagens de Morretes. É navegável e tem aproximadamente 12 km de comprimento e permite a prática de esportes como canoagem, bóia-cross e pescarias.
Véu de Noiva
É a Cachoeira do Rio Ipiranga com aproximadamente 70 metros, podendo ser apreciada da Estrada de Ferro, próxima à Estação Véu de Noiva.
Morro do Sete
Com aproximadamente 1450 metros de altura, o morro é de difícil acesso (5 horas de subida) ao subir o turista tem a visão de grande parte da planície litorânea. Acesso pela Estrada da Graciosa.
Estrada do Central
Ligação alternativa entre Porto de Cima e Morretes, possui ruínas de várias construções de antiga Usina de Açúcar de Morretes.
Estrada do Anhaia
A estrada do Anhaia começa a partir da ponte do Rio do Pinto (primeiro Porto Real de Morretes) possui alambiques (dois ativos e vários desativados) e pilões de pedra.